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Manezinho vai a Fórum dos Presidentes das Câmaras de MS
O evento aconteceu no dia 15 de maio na capital do Estado
| CAARAPONEWS
Por Silmara Diniz
Pela quarta vez, o vereador presidente da Câmara Municipal de Caarapó, Manoel Batista de Souza (DEM) participa do Fórum dos Presidentes das Câmaras de Mato Grosso do Sul.
A aprovação da PEC 47 reduziria em 1% o duodécimo repassado pelas prefeituras para as casas legislativas. De acordo com os vereadores, o valor recebido atualmente já se destina a manter somente o funcionamento das Câmaras. Alguns deles inclusive prevêem o fechamento das Casas caso o valor do referido repasse se torne menor.
Com os senadores, o debate foi sobre o aumento do número de vereadores. Eles conversaram na Câmara de Vereadores de Campo Grande. A proposta, já aprovada pelo Congresso, aguarda apenas promulgação e deve aumentar 113 cadeiras nas casas de leis sul-mato-grossenses. Caso a PEC 47 seja aprovada, serão mais vereadores e menos dinheiro. Segundo o senador Valter Pereira, apenas 13, das 69 câmaras existentes no Estado, serão afetadas pela diminuição do duodécimo.
O presidente da Câmara de Caarapó considerou que os debates, desses e dos demais assuntos tratados na oportunidade, foram válidos: “Foi um bate-papo, um diálogo aberto, franco, sobre os problemas enfrentados pelo legislativo”, disse ele à assessoria de imprensa da Casa.
Entretanto, segundo Manezinho, não é justo que se faça contenção de despesas apenas com as Câmaras, onde atuam os parlamentares mais próximos da população. “As Câmaras são esquecidas pelos órgãos, ainda não se mede corretamente a importância do legislativo. A população tem acesso ao vereador, que também tem um diálogo aberto com o prefeito, com as bancadas estaduais e federais e às vezes é um tanto quanto massacrado”.
Ainda de acordo com o vereador, a oportunidade serviu para que ele e outros presidentes de câmaras de MS levassem suas reivindicações. “Quando tive oportunidade eu disse que há algumas mudanças que concordo que sejam feitas. Quanto à contenção das despesas, eu concordo que haja isso nas câmaras, tudo coerente a cada município, mas não só nelas, também em outros patamares políticos, nos ministérios, por exemplo”, finalizou Manezinho.
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