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Contra Boca, Timão busca voltar invicto da Bombonera em 1ª final

| GAZETA NET


E para ligar a defesa ao ataque, o nome é Alex. Mesmo sem brilhar como nos tempos de Internacional, é um dos jogadores mais experientes do elenco. Com a camisa colorada, foi campeão da Libertadores de 2006 e fez parte da equipe que eliminou o Boca das quartas de final da Sul-americana de 2008, sob comando de Tite, anotando os dois gols do primeiro jogo (2 a 0, no Beira-Rio) e um do segundo (2 a 1, na Bombonera), quando Riquelme descontou.



Riquelme que ainda é, por sua vez, a grande esperança xeneize. O veterano armador carregou o Boca na conquista de três edições da Libertadores (2000, 2001 e 2007), sendo a primeira e a última diante de brasileiros: Palmeiras e Grêmio, respectivamente. Motivado em ganhá-la pela quarta vez, o 10 argentino já avisou que esta é sua última final da competição.

 

“Vou dar a minha vida por esse jogo, pode ter certeza. A gente vai ver o que o Tite vai preparar, mas Corinthians entra em campo para vencer em qualquer campo, mesmo em La Bombonera. Fazemos parte de um time que mantém uma forma de jogar e que leva poucos gols. Quarta-feira a gente mostra”, confia o zagueiro Leandro Castán, um dos pilares do eficiente setor defensivo do Timão.



E essa é, de novo, a aposta para manter em aberto a decisão até o jogo de volta na semana que vem. Não sofrer gol e consequentemente voltar invicto da Argentina seria um grande passo rumo à inédita conquista, uma vez que, no Pacaembu, o time só teve a rede balançada na semifinal, pelo craque santista Neymar, possivelmente o maior destaque em atuação no futebol sul-americano hoje em dia.



Só se defender, porém, não basta. Tite não abre mão da formação com três homens de frente, ainda que um deles, Danilo, seja um meia improvisado. O esquema funcionou no jogo de ida contra o Santos, na Vila Belmiro, quando Emerson garantiu a vitória por 1 a 0. O atacante não esteve em campo na segunda semifinal por estar suspenso e volta a atuar nesta quarta-feira, na Bombonera. 

 

E para ligar a defesa ao ataque, o nome é Alex. Mesmo sem brilhar como nos tempos de Internacional, é um dos jogadores mais experientes do elenco. Com a camisa colorada, foi campeão da Libertadores de 2006 e fez parte da equipe que eliminou o Boca das quartas de final da Sul-americana de 2008, sob comando de Tite, anotando os dois gols do primeiro jogo (2 a 0, no Beira-Rio) e um do segundo (2 a 1, na Bombonera), quando Riquelme descontou.



Riquelme que ainda é, por sua vez, a grande esperança xeneize. O veterano armador carregou o Boca na conquista de três edições da Libertadores (2000, 2001 e 2007), sendo a primeira e a última diante de brasileiros: Palmeiras e Grêmio, respectivamente. Motivado em ganhá-la pela quarta vez, o 10 argentino já avisou que esta é sua última final da competição.


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