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‘Nikolas levou murro no saco’, afirma deputado sobre empurrão de Camila Jara

Camila Jara, que também retornava de Brasília, negou a acusação sob risos

| MIDIAMAX/VINICIOS ARAUJO, RENATA VOLPE


Nikolas Ferreira e Camila Jara protagonizaram agressões no plenário. (Foto: Reprodução)

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) acusa a conterrânea Camila Jara (PT-MS) de ter agredido o parlamentar mineiro Nikolas Ferreira (PL-MG) com ‘murro no saco’. A petista protagonizou agressões com o opositor durante clima conflituoso na Câmara dos Deputados na noite de ontem, 6 de agosto, após o presidente Hugo Motta (Republicanos) conseguir retomar os trabalhos após mais de 30 horas de obstrução do Plenário da Casa de Leis por bolsonaristas.

“O partido, pelo líder Sótenes, vai protocolar um pedido no Conselho de Ética. O Nikolas não caiu, ele tomou um murro no saco. A Camila deu um murro no saco dele. E isso foi ele que falou pra nós ontem à noite”, afirmou o deputado durante chegada ao aeroporto de Campo Grande nesta manhã.

Camila Jara, que também retornava de Brasília, negou a acusação sob risos. A parlamentar justificou o empurra-empurra, dizendo ter sido primeiro agredida com cotovelada pelo deputado mineiro.

“Eu me posicionei do lado do Hugo e começaram as provocações de baixo, de cima. E começou o empurra-empurra, e na hora que tava todo mundo aplaudindo naquele empurra-empurra o Nikolas me deu uma cotovelada, e aí eu empurrei ele de volta e eu acho que ele desequilibrou na hora que o Hugo levantou com a cadeira. Foi isso que aconteceu”, disse a deputada.

A petista diz que o episódio “foi uma confusão que não deve se repetir na democracia”.

Mais cedo Camila divulgou nota em que se audescreve “com 1,60 metro de altura, 49 quilos e em tratamento contra um câncer”, tendo sido injustamente acusada de ter nocauteado o parlamentar com um soco.

Nikolas, contudo, compartilhou stories no Instagram em que chama a deputada petista de ‘jararaca’ e diz que a parlamentar não tem bom histórico em razão de discussão de Camila com policiais militares em dezembro no ano passado, no centro de Campo Grande.


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