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13/02/2017 13h43

Países convocam Conselho de Segurança da ONU após míssil norte-coreano

Globo


[1 / 1] - Televisão em estação de trem em Seul mostra lançamento de míssil da Coreia do Norte (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)

 Os governos de Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos pediram a realização de uma reunião em caráter urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas por causa do lançamento de um míssil de médio alcance realizado pela Coreia do Norte.

 


Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Japão confirmou o pedido do governo do premiê Shinzo Abe, em coordenação com os dois países aliados, para realizar o mais rápido possível uma reunião do órgão executivo da ONU.

 

Uma fonte diplomática disse à agência denotícias estatal sul-coreana "Yonhap" que o governo de Seul está buscando uma "resposta" através do Conselho de Segurança para punir Pyongyang por seu último teste de armas.


O lançamento do míssil pelo regime de Pyongyang neste domingo (12) é o primeiro desde outubro e foi a primeira "provocação militar" do regime de Kim Jong-un desde que Donald Trump assumiu a Casa Branca.


O Conselho de Segurança já aprovou no ano passado dois pacotes de sanções contra a Coreia do Norte após o países detonar duas bombas atômicas em oito meses e realizoar mais de 20 lançamentos de projéteis balísticos - entre eles o de um foguete especial.


O foguete especial foi lançado há um ano, em 7 de fevereiro de 2016, é considerado pela comunidade internacional como um teste encoberto de um míssil balístico de alcance intercontinental.



Repercussão


Em entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, manifestou a rejeição de seu país ao teste balístico e pediu aos Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão que se abstenham de realizar ações que possam provocar uma escalada das tensões, segundo a agência Efe.


Uma nota da Chancelaria russa afirma que ação foi “um novo menosprezo às exigências contidas nas resoluções do Conselho de Segurança da ONU. “Isso é lamentável e não pode deixar de causar preocupação", afirma. Ao mesmo tempo, Moscou fez um apelo para que "todas as partes interessadas não deem passos para ações que conduzam a uma escalada da tensão", também de acordo com a Efe.

 




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