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11/01/2017 08h11 - Atualizado em 11/01/2017 09h17

Copa 'inflada' incentiva candidatura conjunta de EUA, México e Canadá

Estadão


Fornecido por Estadão

Estados Unidos, México e Canadá já estudavam lançar uma candidatura conjunta para receber a Copa do Mundo de 2026. Agora, esse interesse deve crescer, fortalecido pela decisão anunciada nesta terça-feira pela Fifa de ampliar para 48 o número de equipes na competição.

Ao mesmo tempo, a Fifa passou a admitir que a competição ocorra simultaneamente em três países, uma vez que seria difícil organizar toda a logística de uma competição com 80 jogos em apenas uma ou duas nações.

"Não é só que faça mais sentido em algumas regiões, é que seria a única maneira de fazê-lo. Acredito que quanto mais países dividirem, é uma oportunidade maior para desenvolver o esporte", disse, nesta terça, o presidente da Concacaf, Victor Montagliani, também líder da federação canadense.

Perguntado especificamente sobre uma candidatura dos três países da América do Norte, o dirigente afirmou: "Creio que definitivamente é uma possibilidade, porque as regras agora permitem".

A agência de notícias The Associated Press cita fontes com conhecimento do assunto para garantir que os três países devem iniciar conversações preliminares sobre a candidatura tríplice.

A possibilidade de a Copa do Mundo de 2026 ser na América Central ou do Norte sempre foi grande, haja visto que a competição aconteceu pela última vez lá em 1994. Depois, terá sido jogada três vezes na Europa (França, Alemanha e Rússia), duas na Ásia (Japão/Coreia do Sul e Catar), uma na África (África do Sul) e outra na América do Sul (Brasil) até chegar a 2026.

Com o rodízio continental, seria a vez de a Concacaf organizar a competição. E pesaria a favor do trio liderado pelos EUA a maior necessidade de centros de treinamentos de primeiro nível, hotéis e transportes, para atender toda a logística de uma Copa com 48 países.

 

"Isso significa que há uma quantidade limitada de países que podem abrigar o Mundial sem terem que construir muita infraestrutura", admitiu Sunil Gulati, presidente da federação norte-americana.

 




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