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04/12/2015 10h23

MS perde R$ 2,158 bilhões em receita com as exportações em 2015

g1 ms


A receita de Mato Grosso do Sul com as exportações caiu 11,67% no acumulado entre janeiro e novembro de 2015 frente o mesmo período de 2014. O faturamento, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), recuou de US$ 4,900 bilhões para US$ 4,328 bilhões, o que representou uma perda para o estado de US$ 572 milhões, o que convertido na cotação desta sexta-feira (4) para real (R$ 3,762), equivale a R$ 2,158 bilhões.


Segundo o Mdic, dos cinco produtos que lideram o ranking de vendas internacionais pelo estado, todos são produtos do agronegócio ou utilizam matérias-primas que vêm do segmento, e três deles registraram queda no faturamento com os embarques nestes 11 meses de 2015.

 

As exceções ficaram por conta de duas commodities. A soja, que ocupa a primeira posição na listagem totalizou um volume de embarques bem superior nesta parcial em relação a do ano passado, 36,42%, com a quantidade exportada subindo de 2,430 milhões de toneladas para 3,316 milhões de toneladas. No entanto, com a queda nos preços da oleaginosa no mercado internacional neste ano, o faturamento teve um crescimento bem menor, 3,97%, passando de US$ 1,229 bilhão para R$ 1,277 bilhão.

 

Apesar desse pequeno aumento na receita, a soja respondeu nestes 11 meses de 2015, por 29,53% de todo o faturamento de Mato Grosso do Sul com as exportações.

 

Outra commoditie que teve incremento no resultado financeiro das vendas internacionais foi o milho em grão, o terceiro colocado da ranking. Os embarques na comparação dos 11 meses deste e do ano anterior cresceram 109,13%, de 1,132 milhão de toneladas para 2,368 milhões de toneladas e o faturamento aumentou 92,33%, de US$ 209,481 milhões para US$ 402,888 milhões.

 

Em contrapartida, os outros três produtos que compõem o top cinco das exportações sul-mato-grossenses contabilizaram quedas de receita nas parciais de 2015 contra as 2014. A celulose, segunda do ranking estadual, teve redução de 5,19% (de US$ 963,006 milhões para US$ 913,073 milhões); a carne desossada e congelada de bovinos, quarta colocada, de 42,03% (de US$ 541,249 milhões para US$ 313,755 milhões) e o açúcar, quinto, de 5,16% (de US$ 322,948 milhões para US$ 306,294 milhões). 




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