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20/11/2010 00h00 - Atualizado em 20/11/2010 00h00

MS recebe 3 milhões para fase final de combate a aftosa

CampoGrandeNews


A secretária de Estado de Produção Tereza Cristina da Costa confirmou há pouco a liberação de mais R$ 3 milhões para a última fase de vacinação contra a febre aftosa na ZAV (Zona de Alta Vigilância), que compreende municípios de Mato Grosso do Sul na fronteira do Paraguai e Bolívia.



De Brasília, ela informou que os recursos vão servir para reforçar a campanha que, na avaliação da secretária, deve render à região em 2011 novamente o status de área livre de aftosa com vacinação, assim como no resto do Estado.



Depois de anos de trabalho intenso de vigilância sanitária, sorologias negativas e visitas recentes de missões da OIE (Organização Internacional de Epizootias), Tereza Cristina já fala com certeza sobre a flexibilização. “Nos relatórios oficiais, só recebemos elogios da OIE. Todos comentam sobre a transformação que houve aqui nos procedimentos contra a doença”.



A boa noticia deve vir em fevereiro e vigorar a partir de maio do próximo ano, espera Tereza Cristina.



Neste ano, por ser eleitoral, a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) trabalhou com cronograma diferenciado para cumprir as metas de vacinação, lembra a secretária. As doses da vacina foram totalmente distribuídas até a semana passada e agora será viabilizado o restante das diárias para viagem dos profissionais que fazem a imunização as propriedades.



“Os recursos federais só foram liberados depois das eleiçõess”, explica.



O governo estadual garante que animais que foram para abate e situações que exigiam urgência na vacinação foram atendidas de pronto. Uma das alternativas instituídas este ano, já prevendo o atraso no repasse federal, foi treinar veterinários de fazendas e da rede particular para aplicação da vacina.



“Também foi bom porque no próximo ano, quando a ZAV terá status de zona livre, a vacinação ficará por conta do produtor, não mais do poder público. Assim eles já vão se preparando”, diz confiante.



Outra boa novidade, avalia ela, é que a partir de agora os convênios com os estados para repasses federais destinados á vigilância vão ter prazo maior, vigorando não mais por apenas 1 ano, mas até por 5 anos.



“Isso facilita muito, porque não é preciso renovar contrato com tanta freqüência e ficamos livres para trabalhar sabendo que o recurso é certo”, comenta a secretária.



Boatos - No universo de boas notícias, comenta a secretária, o que preocupou nesta semana foram notícias, segundo ela “plantadas” para prejudicar a pecuária sul-mato-grossense.



Uma sindicância foi aberta na Iagro para investigar quem repassou a site de notícias informações “mentirosas” sobre “falso extravio de doses da vacina e atraso na imunização do gado”, relata Tereza Cristina.



Segundo ela, boatos de problemas com a campanha de vacinação só servem para prejudicar o processo de flexibilização da OIE, condição para retomada plena de negócios da pecuária de Mato Grosso do Sul.



“Não temos problema nenhum com críticas sobre a campanha, mas não admitimos mentira. Nada que foi dito é verdade, isso só atrapalha o Estado. As notícias não tem nome, não tem fonte, é mentira pura”, garante.





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