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Zeca do PT: Só não saio candidato se Deus não quiser
| AGORA MS
Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (19) à imprensa douradense, o ex-governador, Zeca do PT reafirmou em alto e bom tom que não tinha e nem tem vocação para ir para Brasília, deixando claro que sai candidato ao governo do Estado em 2010.
“Em conversa com o presidente Lula, tive a oportunidade de dizer que não tinha e nem tenho a vocação para ir para Brasília..., estarei me colocando à disposição do PT para disputar o governo do Estado. Falei para o presidente Lula que eu achava fundamental que o PT tivesse candidato, até para sua sobrevivência política, e estou mais do que nunca convencido de que estava certo; o PT tinha e tem que ter candidato e eu, mais do que nunca quero ser candidato”, disse Zeca.
O ex-governador foi enfático, repetindo por diversas vezes, sentir-se bastante motivado com esse desafio, lembrando que houve uma reconstrução na unidade do PT no estado e todos irão trabalhar em prol de sua candidatura.
“Sem me achar nem um pouquinho mais que ninguém, mas entendendo também, com respeito a todas outras lideranças do PT, de que nós tínhamos e temos dois nomes para disputar o governo, com condições objetivas de ganhar. O nome em primeiro lugar, do Senador Delcídio, que tem manifestado que não tem pretensões de disputar o governo e o meu nome, pela minha trajetória e pela minha história dentro do PT”.
Puccinelli
Zeca quer ter um debate na campanha eleitoral no campo das idéias. Com essa afirmação criticou a forma como seu provável adversário na disputa pelo Governo, André Puccinelli, usa as palavras. “Um homem que usa do palavreado que usa para com os servidores públicos, e disse o que disse sobe o ministro, então a gente tem que estar preparado para tudo”.
Para Zeca, o atual governador é “arrogante, prepotente e truculento” considerando-o um adversário difícil de enfrentar, uma vez que terá a seu serviço a máquina pública, dizendo não ter medo de enfrentá-la. Ainda sobre a campanha do ano próximo ano, ele afirma que pretende levar a disputa para as ruas, comparando suas ações enquanto governante, com as do atual governador. Nesse aspecto citou a questão da industrialização, dos programas sociais, como Banco do Povo, Bolsa Universitária, Segurança Alimentar e o Governo Itinerante, que segundo ele foram pontos fortes de sua administração. “Uma coisa é administrar uma cidade, outra coisa é administrar um estado”, alegou o petista numa alusão à época em que Puccunelli administrou Campo Grande.
Motim
Sobre um possível motim na cúpula regional do partido, Zeca disse desconhecer, afirmando que se sente apoiado pela maioria de seus correligionários.
“Não sou nenhuma unanimidade, ninguém é, mas sinto que tenho o apoio da maioria dentro do partido”, respondeu o ex-governador, quando questionado pela reportagem do AgoraMS quanto a unidade das distintas correntes do PT no estado, em torno de sua campanha.
Zeca do PT encerrou a entrevista mostrando-se muito motivado e deixando claro que independente do resultado dessas eleições, até por promessa que fez à esposa, em 2014 pretende encerrar a carreira política.
“Em conversa com o presidente Lula, tive a oportunidade de dizer que não tinha e nem tenho a vocação para ir para Brasília..., estarei me colocando à disposição do PT para disputar o governo do Estado. Falei para o presidente Lula que eu achava fundamental que o PT tivesse candidato, até para sua sobrevivência política, e estou mais do que nunca convencido de que estava certo; o PT tinha e tem que ter candidato e eu, mais do que nunca quero ser candidato”, disse Zeca.
O ex-governador foi enfático, repetindo por diversas vezes, sentir-se bastante motivado com esse desafio, lembrando que houve uma reconstrução na unidade do PT no estado e todos irão trabalhar em prol de sua candidatura.
“Sem me achar nem um pouquinho mais que ninguém, mas entendendo também, com respeito a todas outras lideranças do PT, de que nós tínhamos e temos dois nomes para disputar o governo, com condições objetivas de ganhar. O nome em primeiro lugar, do Senador Delcídio, que tem manifestado que não tem pretensões de disputar o governo e o meu nome, pela minha trajetória e pela minha história dentro do PT”.
Puccinelli
Zeca quer ter um debate na campanha eleitoral no campo das idéias. Com essa afirmação criticou a forma como seu provável adversário na disputa pelo Governo, André Puccinelli, usa as palavras. “Um homem que usa do palavreado que usa para com os servidores públicos, e disse o que disse sobe o ministro, então a gente tem que estar preparado para tudo”.
Para Zeca, o atual governador é “arrogante, prepotente e truculento” considerando-o um adversário difícil de enfrentar, uma vez que terá a seu serviço a máquina pública, dizendo não ter medo de enfrentá-la. Ainda sobre a campanha do ano próximo ano, ele afirma que pretende levar a disputa para as ruas, comparando suas ações enquanto governante, com as do atual governador. Nesse aspecto citou a questão da industrialização, dos programas sociais, como Banco do Povo, Bolsa Universitária, Segurança Alimentar e o Governo Itinerante, que segundo ele foram pontos fortes de sua administração. “Uma coisa é administrar uma cidade, outra coisa é administrar um estado”, alegou o petista numa alusão à época em que Puccunelli administrou Campo Grande.
Motim
Sobre um possível motim na cúpula regional do partido, Zeca disse desconhecer, afirmando que se sente apoiado pela maioria de seus correligionários.
“Não sou nenhuma unanimidade, ninguém é, mas sinto que tenho o apoio da maioria dentro do partido”, respondeu o ex-governador, quando questionado pela reportagem do AgoraMS quanto a unidade das distintas correntes do PT no estado, em torno de sua campanha.
Zeca do PT encerrou a entrevista mostrando-se muito motivado e deixando claro que independente do resultado dessas eleições, até por promessa que fez à esposa, em 2014 pretende encerrar a carreira política.
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