Suspeito de estupro opera testículos no HR
| MIDIAMAX
Suspeito de estuprar uma mulher na frente dos dois filhos pequenos, em uma casa no Bairro Jardim das Hortênsias, Helbert Luiz Ribeiro da Rocha, 24 anos, foi operado no Hospital Rosa Pedrossian, nesta tarde. Após cometer o crime, na madrugada de hoje, ele feriu os testículos ao tentar fugir pulando o muro da residência invadida.
Helbert está no setor pós-operatório aguardando vaga em um dos quartos do hospital. A mãe dele Maria Luiza Andrade Ribeiro está no local. Uma escolta policial também o acompanha.
Junto com Helbert também são acusados pelo crime Ademir Prates Gouveia, 26 anos, e Wesley Gouveia Mariano. Os dois estão sendo procurados pela polícia.
Helbert machucou os testículos em uma barra de ferro da coluna do muro. A obra está inconclusa e as pontas das barras estão expostas, segundo o Boletim de Ocorrências.
Conforme a PM, eles não estavam armados. Em princípio a intenção dos suspeitos seria roubar a residência, mas o caso evoluiu para violência brutal contra a mulher.
Quando fazia o Boletim de Ocorrências, o marido da vítima, W, (a inicial do seu primeiro nome) confessou que é alcoólatra e relatou o crime que parece ser um acerto de contas.
Segundo W, ele estava dormindo quando ouviu seu nome ser chamado. Ao abrir a porta da sala, um homem apontou Aldo em sua direção (não soube precisar se era uma arma) dizendo se tratar de um assalto. O bandido disse que queria levar a televisão e algumas roupas.
Ao abrir a porta, W foi surpreendido por outros dois marginais que passaram a agredi-lo a socos e pontapés. Ele foi amarrado, amordaçado e depois encapuzado, enquanto os marginais o humilhavam verbalmente. Em seguida os três decidiram abusar sexualmente da mulher, na frente de duas crianças, um de dois anos de idade e outro de um ano.
Após o abuso, os bandidos deixaram um número de telefone celular e um cartão de orelhão para que a mulher fizesse contato com eles. A suspeita de que o dono de um bar é o mandante do crime tem reforço nas palavras dos bandidos, que enquanto agrediam W diziam: “Tá vendo no que dá, não paga as contas”.
O número de telefone que os suspeitos deixaram com a mulher não está disponível, conforme o serviço de informação.




