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Puccinelli faz visita relâmpago a Dourados e não fala da Owari

| MIDIAMAX


O governador André Puccinelli (PMDB) esteve na manhã de hoje em Dourados, onde ficou por menos de uma hora, e evitou falar dos resultados da operação Owari, da Polícia Federal, que resultou na prisão de 41 pessoas, entre empresários e integrantes do primeiro escalão da administração municipal. Mais uma vez, Puccinelli disse apenas que torce para “nenhum político douradense esteja metido nisso”.
 

Ao lado de Ari Artuzi (PDT), prefeito de Dourados e adversário político de Puccinelli, o governador afirmou também que a operação não muda sua decisão de continuar apoiando o município com a realização de obras e outros serviços. Ele esteve em Dourados para solenidade de um programa de eficiência energética, de entrega de geladeiras a 690 famílias de baixa renda.
 

Puccinelli chegou ao salão paroquial da Vila São Braz, na periferia de Dourados, acompanhado pelo vice-governador Murilo Zautih (DEM), o deputado federal Marçal Filho (PMDB) e o estadual Zé Teixeira (DEM). Logo na chegada, teve o primeiro encontro público com Artuzi desde a eclosão da operação. Os dois se cumprimentaram e, em seguida, já se encaminharam à solenidade.
 

Artuzi, em seu discurso, disse por mais de uma vez que era vítima de perseguição política. “Deixe-me trabalhar”, declarou Artuzi, que ainda relacionou as obras da prefeitura que estão em andamento em Dourados.
 

Na Operação Owari, quatro secretários municipais e o presidente da Câmara Municipal – vereador Sidlei Alves (DEM) – foram presos. Entre os secretários investigados pela PF está o vice-prefeito de Dourados, Carlinhos Cantos (PR). Todos os presos pela operação já estão soltos.
 

Artuzi e Murilo Zauith se enfrentaram na última eleição municipal, em Dourados. Zauith tinha o apoio do governador e foi derrotado.


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