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Dólar comercial abre em alta e supera R$ 2,00
O dólar comercial negociado no mercado interbancário de câmbio abriu o dia de hoje em alta de 1,12%, cotado a R$ 1,995. Instantes após a abertura das negociações, a moeda norte-americana superou o nível de R$ 2 e estava cotada a R$ 2,002, em alta de 1,47%. No pregão da sexta-feira passada, o dólar comercial fechou em ligeira queda de 0,1%, cotado a R$ 1,973. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista também abriu o dia em alta de 1,12%, cotado a R$ 1,995.
O Banco Mundial fez novas previsões pessimistas para a economia global deste ano e piorou a situação dos mercados, que iniciam a semana com perdas. No mercado internacional de moedas, a renovação da aversão ao risco beneficia a valorização do dólar, o que deve ter reflexos no mercado brasileiro.
Em conferência em Seul, o Bird anunciou que sua estimativa econômica para o globo, agora, é de uma contração de 2,9%. Essa projeção é consideravelmente pior do que a anterior, que previa desaceleração global de 1,7%. A instituição acredita que a retomada da atividade deve ocorrer no próximo ano e projeta expansão do PIB mundial de 2%, em 2010.
Além dessa mudança, a cautela dos mercados, hoje, é influenciada pela agenda repleta da semana nos Estados Unidos. O destaque é a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) na quarta-feira. Mas, até lá, há outros dados. Amanhã serão revelados os dados de vendas de imóveis residenciais usados em maio e o índice de atividade industrial de Richmond em junho. Na quarta-feira, antes do anúncio do Fomc, saem dados sobre encomendas de bens duráveis em maio e vendas de imóveis residenciais novos em maio. A quinta-feira reserva a publicação do PIB final do 1º trimestre e pedidos de auxílio-desemprego. Na sexta-feira há o relatório de renda pessoal e gastos com consumo do mês passado, além da confiança do consumidor.
No Brasil, serão apresentados os dados do emprego formal em maio com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, hoje às 11h30. Na quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga sua Pesquisa Mensal de Emprego relativa ao mesmo mês. No mesmo dia haverá a divulgação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) da Sondagem do Consumidor de junho e os números das operações de crédito de maio. Também está prevista a divulgação de quatro índices de inflação na semana: segunda prévia de junho do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), amanhã; terceira prévia de junho do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), também esta terça-feira; terceira prévia de junho do IPC-Fipe, na quarta-feira; e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de junho, também depois de amanhã. Ainda na quarta-feira, serão conhecidas também as contas externas de maio.
Um dos destaques da semana deve ser a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), onde serão discutidas as metas de inflação e a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) a vigorar nos próximos três meses. Para sexta-feira, está prevista a divulgação do resultado primário do Governo Central, que engloba os números do Tesouro Nacional, Banco Central e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O Banco Mundial fez novas previsões pessimistas para a economia global deste ano e piorou a situação dos mercados, que iniciam a semana com perdas. No mercado internacional de moedas, a renovação da aversão ao risco beneficia a valorização do dólar, o que deve ter reflexos no mercado brasileiro.
Em conferência em Seul, o Bird anunciou que sua estimativa econômica para o globo, agora, é de uma contração de 2,9%. Essa projeção é consideravelmente pior do que a anterior, que previa desaceleração global de 1,7%. A instituição acredita que a retomada da atividade deve ocorrer no próximo ano e projeta expansão do PIB mundial de 2%, em 2010.
Além dessa mudança, a cautela dos mercados, hoje, é influenciada pela agenda repleta da semana nos Estados Unidos. O destaque é a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) na quarta-feira. Mas, até lá, há outros dados. Amanhã serão revelados os dados de vendas de imóveis residenciais usados em maio e o índice de atividade industrial de Richmond em junho. Na quarta-feira, antes do anúncio do Fomc, saem dados sobre encomendas de bens duráveis em maio e vendas de imóveis residenciais novos em maio. A quinta-feira reserva a publicação do PIB final do 1º trimestre e pedidos de auxílio-desemprego. Na sexta-feira há o relatório de renda pessoal e gastos com consumo do mês passado, além da confiança do consumidor.
No Brasil, serão apresentados os dados do emprego formal em maio com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, hoje às 11h30. Na quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga sua Pesquisa Mensal de Emprego relativa ao mesmo mês. No mesmo dia haverá a divulgação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) da Sondagem do Consumidor de junho e os números das operações de crédito de maio. Também está prevista a divulgação de quatro índices de inflação na semana: segunda prévia de junho do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), amanhã; terceira prévia de junho do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), também esta terça-feira; terceira prévia de junho do IPC-Fipe, na quarta-feira; e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de junho, também depois de amanhã. Ainda na quarta-feira, serão conhecidas também as contas externas de maio.
Um dos destaques da semana deve ser a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), onde serão discutidas as metas de inflação e a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) a vigorar nos próximos três meses. Para sexta-feira, está prevista a divulgação do resultado primário do Governo Central, que engloba os números do Tesouro Nacional, Banco Central e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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