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Marisa quer duplicação da BR-163 para compensar perda da Copa

| ASSESSORIA


A senadora Marisa Serrano defendeu hoje que a sociedade sul-mato-grossense seja “mais propositiva e menos reativa” em relação à escolha de Cuiabá para sediar a Copa de 2014. Segundo ela, este é o momento de insistir na proposta de duplicação da BR-163 como compensação pela preterição de Campo Grande na escolha da Fifa, haja vista “que o aumento de fluxo de veículos na direção de Cuiabá justificará por si só investir na obra”.



Para a senadora, “não é hora der para trás e sim de continuar tocando a bola pra frente”. A duplicação da BR-163 poderá ser um investimento que fará com que o Mato Grosso do Sul dê um salto importante no seu processo de desenvolvimento, além de aumentar a segurança no trânsito quando milhares de pessoas estarão se deslocando para Cuiabá no período da Copa.





Para ela, “nós temos que fazer do limão uma limonada”, insistindo na reivindicação para concretizar a tão sonha duplicação da BR-163. Para Marisa, a escolha de Cuiabá poderá favorecer esta luta, visto que haverá um tráfego pesado na direção de Mato Grosso nos próximos anos.




Mudança de nome do Estado


Por outro lado, a Senadora Marisa Serrano afirmou que a mudança do nome do Estado de Mato Grosso do Sul – assunto que ganhou repercussão depois da decisão da Fifa - para Pantanal não vai alterar a vida da população. “O que muda a vida da população é mais investimento, mais escolas, mais empresas, mais produção. Isso é que vai interferir para melhorar ou piorar o dia a dia da comunidade, não será a simples mudança de nome”, afirmou.


Marisa acha que pode ser boa a troca de nome, mas sugere que a decisão seja toma após consulta a população por meio de plebiscito. “Pode ser interessante para que o Brasil não confunda mais o Mato Grosso com o Mato Grosso do Sul, mas acho que a população tem que ser consultada”.


Marisa discorda da opinião dos deputados estaduais que afirmam que Campo Grande perdeu a disputa pela subsede da Copa do Mundo de 2014 por causa do nome do Estado. “Foi uma série de outros fatores levados em consideração para a decisão da FIFA. Não acho que um nome influenciaria na escolha”.
 


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