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Sexta-Feira da Paixão: Dia para lembrar-se de Jesus Cristo

Do seu significado inicial - que é o sacrifício de Jesus na cruz em perdão dos pecados da humanidade

| CAPITAL NEWS


A Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão como é conhecido o dia em que Jesus Cristo, o Messias, foi crucificado, tem um significado especial para cristãos de todo mundo, principalmente os católicos, que celebram toda a agonia de Cristo em encenações da Paixão em várias igrejas.
 

Do seu significado inicial - que é o sacrifício de Jesus na cruz em perdão dos pecados da humanidade - a morte e ressurreição do Messias traz hoje novos ensinamentos, quizá até idéias de como esse sacrifício ecoa na vida de cristãos pelo mundo.
 

Mais que celebrar a entrega que Jesus fez de sua própria vida, a Sexta-Feira Santa pode ser lembrada como o dia em que cada ser humano na Terra teve seu pecado perdoado e apagado mediante seu arrependimento diante da morte de Cristo na cruz.
 

E ainda mais, pode-se lembrar que, talvez a humanidade não tribute a Ele a glória e o agradecimento que Cristo merecia diante de tamanho sacrifício realizado por todas as pessoas do mundo.
 

A Sexta-Feira da Paixão não é apenas um feriado, uma folga da rotina diária de trabalho e estresse, mas uma lembrança que ultrapassa os séculos, de um homem que não teve pena de si mesmo, para redimir toda a humanidade.
 

A morte na cruz, no entanto, não foi o desfecho final dessa história que vem sendo contada de geração em geração. É apenas o início da caminhada, que encontrou a glória no terceiro dia após uma sexta-feira sangrenta. O Filho de Deus, Jesus Cristo, ressuscita e mostra ao mundo que o poder de Deus - e Seu amor - ultrapassam o entendimento e mesmo as leis humanas.
 

Nesta sexta-feira, o Capital News tira um dia para lembrar do homem que morreu pela humanidade e conclama a seus leitores que se deixem contagiar pelo amor de Cristo. Cedo ou tarde sua vida será tocada por Ele!
 

Um pouco da história

MADRUGADA DE SEXTA-FEIRA "SANTA"

Acabou o breve julgamento judaico de Jesus.
 

Haja vista as "provas" apresentadas pelo sumo-sacerdote e a firme atitude de Jesus de, a qualquer preço, proteger seu apóstolos e seguidores - negando-se a se defender e assumindo a responsabilidade exclusiva de todas as acusações - Jesus foi, por unanimidade, condenado à morte.
 

Em seguida, imediatamente ele foi conduzido à prisão judaica.
 

AMANHECER DE SEXTA-FEIRA

Esbirros do Sinédrio conduziram Jesus a Pôncio Pilatos, com o pedido pessoal do sumo-sacerdote para Jesus ser também condenado à morte pelos romanos, dessa vez por crime de tentativa de rebelião contra a autoridade romana.
 

Esta manobra do sumo-sacerdote tinha motivos óbvios, ou seja, ele não queria que o Sinédrio sujasse as mãos matando um compatriota judeu, e muito menos produzir um mártir, e sim Jesus deveria ser morto pelos romanos.
 

Logo após o conhecido diálogo com Pôncio Pilatos, que condenou Jesus à morte na cruz, Jesus foi imediatamente conduzido ao pátio da prisão romana para o rotineiro açoitamento que precedia a crucificação.
 

FINAL DA MANHÃ DE SEXTA-FEIRA

Como ocorria com todos os condenados à crucificação, Jesus foi açoitado por soldados romanos.
 

Entretanto, o célebre e degradante episódio que ocorreu em seguida - as humilhações, zombarias, insultos, escárnios e maus tratos a Jesus - não foi de autoria dos soldados romanos, e sim foi protagonizado por infelizes judeus, criados da corte de Pilatos, naquele momento na folga para almoço, que com aquela atitude queriam "mostrar serviço" aos seus senhores romanos.
 

QUASE MEIO-DIA DE SEXTA-FEIRA

Um grupo de soldados romanos, seguido por uma lamentosa procissão, conduziu Jesus ao cimo do Gólgota.
 

POUCO DEPOIS DO MEIO-DIA DE SEXTA-FEIRA

Jesus e mais dois sentenciados foram crucificados, sob a vista da multidão que os cercavam.
 

TRÊS HORAS DA TARDE DE SEXTA-FEIRA

Morreu, crucificado como um reles criminoso, o maior, o mais heróico, o mais amoroso, o mais sábio e o melhor homem que já nasceu na Terra, Jesus, o mais perfeito intérprete do Cristo da Terra, o meigo e divino Rabi da Galiléia!
 

Suas últimas palavras terrenas, pronunciadas quando ele agonizava e enquanto sofria dores lancinantes, bem identificaram e testemunharam a sua elevadíssima hierarquia espiritual:
 

-- Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem! (Fonte: http://www.portaluz.com.br/padrao_artigo_Semana_Santa.htm))


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