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Saúde confirma sétima morte por Chikungunya em Dourados

| DOURADOSNEWS / ADRIANO MORETTO


Vítima estava internada no Hospital da Missão e teve o óbito confirmado em 14 de março - Crédito: Arquivo/Dourados News

Dourados confirmou a sétima morte em decorrência da Chikungunya, segundo dados divulgados do boletim epidemiológico desta terça-feira (14/4).

De acordo com o COE (Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública) criado pela administração municipal, trata-se de um indígena de 77 anos, que teve o óbito - que era investigado - constatado em 14 de março.

A vítima possuía câncer como comorbidade e estava internado no Hospital Porta da Esperança (Missão Caiuá). Ele apresentou os primeiros sintomas para a doença em 10 de fevereiro. 

Com a confirmação do fato, esta é a sétima morte de morador da Reserva Indígena de Dourados, onde estão concentrados o maior volume de diagnóstico da doença.

Até o momento, conforme o boletim, são 2.012 casos prováveis, 1.461 confirmados, 479 descartados, 545 em investigação, totalizando 2.485 notificações e 399 atendimentos hospitalares.

Outras três mortes continuam em investigação no município.

Entre elas estão uma menina de 10 anos, que estava internada no Hospital Regional de Dourados e homem de 63 anos de idade, que estava internado no Hospital Unimed e era morador do Parque das Nações II, região onde foi diagnosticado o avanço mais forte da doença. Um indígena de 12 anos também tem a morte investigada. 

O mesmo informe divulgado hoje (14/4) mostra 40 pacientes internados com Chikungunya. Dois deles no Hospital Porta da Esperança, 21 no  HU-UFGD, cinco no Hospital Cassems, oito no Hospital Regional, um no Hospital Unimed, outro no Hospital da Vida e dois no Hospital Evangélico Mackenzie.

Em números gerais, o município tem 3.681 casos prováveis de Chikungunya, com 1.701 casos confirmados, 780 casos descartados, 2.760 casos em investigação, com uma taxa de positividade de 68,6%.

O secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE, Márcio Figueiredo, aponta para a necessidade das pessoas tomarem os cuidados necessários. “Infelizmente as pessoas estão relativizando o problema e percebemos que muitas famílias não estão levando essa epidemia a sério”, disse. 


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