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Apreensão feita em MS resulta em operação contra o tráfico de armas e drogas

| DOURADOSNEWS / ADRIANO MORETTO


Apreensão foi feita na BR-267, em Bataguassu - Crédito: Divulgação/PRF/Arquivo

Apreensão de aproximadamente 600 quilos de cocaína e seis fuzis realizada em fevereiro de 2025 no município de Bataguassu, resultou na Operação Barril 67, desencadeada na manhã desta quinta-feira (26/3) em três Estados. 

São sete mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva sendo cumpridos em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.  A ação é desencadeada pela FICCO-MS (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul) com o objetivo de desarticular esquema de tráfico de drogas e de armas de fogo.

De acordo com as informações repassadas, durante as investigações, foi possível identificar pessoas responsáveis pela logística de transporte da droga e do armamento. 

Durante as buscas realizadas nesta manhã, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e veículos.

A FICCO/MS é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande.

A APREENSÃO 

No dia 27 de fevereiro de 2025, agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreenderam 587 quilos de cocaína, seis fuzis e mais de 1,4 mil munições. O flagrante ocorreu próximo a Bataguassu. A droga e as armas teriam como destino a cidade de São Paulo. 

Conforme as informações apuradas na época, policiais fiscalizavam a BR-267, quando avistaram o condutor de um caminhão realizando um retorno com a aproximação da equipe. 

Durante a fiscalização do condutor e do veículo, vários tambores no compartimento de carga foram encontrados.

Dentro, estavam escondidos 467 quilos de cloridrato de cocaína e 120 quilos de pasta base, além de quatro fuzis calibre 7.62mm e mais dois fuzis calibre 5.56mm, todos sem numerações de identificação.

Também foram apreendidas 1.430 munições, sete carregadores e um silenciador.

O motorista do caminhão disse que não sabia da existência dos ilícitos e que deveria transportar os tambores de Corumbá, na fronteira com a Bolívia para São Paulo (SP).


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