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Câmara de Campo Grande exonera 11 funcionários de Claudinho Serra

Continua a indefinição sobre quem vai assumir o cargo de Claudinho Serra, na Câmara de Campo Grande

| ANNA GOMES/MIDIAMAX


(Arquivo Midiamax)

A Câmara de Campo Grande publicou as exonerações dos funcionários do gabinete do vereador Claudinho Serra (PSDB). As informações foram publicadas no Diogrande desta segunda-feira (20).

Conforme o documento, pelo menos 11 funcionários do gabinete do vereador tucano foram exonerados de seus cargos. A decisão já havia sido adiantada pelo Midiamax, na semana passada, quando o presidente da Câmara da Capital, Carlos Augusto Borges, o Carlão, do PSB, informou que já havia assinado as exonerações.

O motivo, ainda de acordo com o presidente da Casa, seria pelo pedido de afastamento de 120 dias de Claudinho, o qual foi preso durante a Operação Tromper no dia 3 de abril. Ele ganhou liberdade, mediante tornozeleira eletrônica, no dia 26 do mesmo mês.

Após deixar a cadeia usando tornozeleira, o vereador apresentou um atestado médico de 30 na Casa de Leis, alegando estar ‘abalado psicologicamente’ após os dias preso. Na última semana, após uma reunião do presidente da Câmara com o líder do partido tucano, Claudinho Serra pediu afastamento do cargo por 120 dias.

Sendo assim, Claudinho deve voltar ao cargo só em setembro. Até lá, um novo nome assume o cargo do parlamentar que precisou liberar o gabinete. Carlão explicou que o suplente que assumirá o cargo precisa levar a própria equipe para a Casa de Leis.

Gabinete liberado, mas suplente indefinido
Continua a indefinição sobre quem vai assumir o cargo de Claudinho Serra, na Câmara de Campo Grande. Pelo menos três suplentes brigam na justiça pela vaga do parlamentar tucano afastado da Casa de Leis.

Até a manhã desta segunda-feira (20), os suplentes ainda aguardam a decisão judicial. Dr. Lívio Leite (União Brasil), Delegado Wellington (PSDB) e Gian Sandim (PSDB) tentam a vaga de Claudinho, que pediu afastamento de 120 dias, após ser preso durante a operação Tromper no começo do mês de abril.

Após aguardar por mais de 20 dias uma resposta do Tribunal Regional Eleitoral, o presidente da Câmara de Campo Grande, Carlos Augusto Borges, o Carlão, do PSB, resolveu convocar o suplente mais votado. A posse de Lívio chegou a ser anunciada para a manhã da última quinta-feira (16), mas foi barrada horas antes, após Sandim entrar com um mandado de segurança.

Gian Sandim foi o 8º colocado com 1.227 mil votos na suplência tucana das eleições de 2020 e ainda assim conseguiu suspender a posse de Lívio Leite, até então o detentor da vaga de Claudinho. Ele alega que o parlamentar mudou de partido, mesmo sendo durante o período da janela partidária.

Ainda na quinta-feira, a briga pela vaga de Claudinho ganhou mais um concorrente. O delegado e ex-vereador Wellington de Oliveira protocolou no TRE-MS um mandado de segurança como interessado em assumir a cadeira do parlamentar tucano.

Nas eleições municipais de 2020, o delegado Wellington recebeu 1.811 votos e terminou a corrida eleitoral como quinto suplente do PSDB. Na disputa pela vaga ocupada por Claudinho Serra, ele é o terceiro interessado. O presidente da Câmara de Vereadores, afirmou que a análise do recurso sobre o mandado de segurança deve ficar para esta semana.


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