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Com início das aulas, conselheiro tutelar fala sobre a importância de abordar o bullying como uma questão de saúde pública

| CAARAPó NEWS/JOSé CARLOS


Pai e filha durante o vídeo. Foto: Reprodução/Rafael Liberal Capoano

Na manhã desta quarta-feira (21), dia em que marcou a volta as aulas na rede estadual de ensino, o conselheiro tutelar Lourival Capoano postou em sua página nas redes sociais um vídeo de interação com sua filha, chamando a atenção de pais e responsáveis, sobre relações saudáveis e harmoniosas no ambiente escolar.

O conselheiro alertou a todos, sobre malefícios causados pela prática de  bullying nas instituições de ensinos, entre muitos, dificultando o desenvolvimento e aprendizado individual dos alunos.

Capoano também lembrou que trabalhos de conscientizações por profissionais da rede, precisam ser constantes e eficazes, haja visto, que o tema é muito sério e que situações de intimidações por exemplo, interferem diretamente no desenvolvimento intelectual dos alunos, bem como consequências negativas como aumento da violência em escolas públicas e particulares, além de traumas em alguns casos irreversíveis nas vítimas de bullying.

De acordo com o portal cfm.org.br é importante que o poder público una esforços a fim de promover debates e ações efetivas para combater essa prática e garantir um ambiente mais seguro e saudável para nossas crianças e adolescentes.

O bullying, muitas vezes praticado nas escolas, é reconhecido como um dos principais fatores que contribuem para a falta de interesse nos estudos, baixo desempenho e evasão escolar. Esta prática tornou-se ainda mais prevalente com a pandemia, intensificando o cyberbullying, uma forma de bullying virtual. A conscientização sobre a gravidade dessas agressões e qualquer forma de bullying ou ações que buscam inferiorizar alguém, é prejudicial à saúde mental.

Segundo levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança, cerca de 38% das escolas brasileiras dizem enfrentar problemas com bullying. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma pesquisa que apurou que entre estudantes do sexo masculino, principalmente adolescentes entre 13 e 17 anos, subiu de 32% para 35,4% entre 2009 e 2019. Já entre as mulheres, o percentual cresceu de 28,8% para 45,1%, no mesmo período.

Clique aqui e veja o vídeo:

Alunos adentrando na Escola Estadual Tenente Aviador antOnio João, na manhã desta quarta-feira (21). Foto: Rosenilda

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