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Aceita denúncia de improbidade contra prefeito e vereadores de Dourados
| NOTíCIA DA HORA
José Carlos de Paula Coelho e Souza, juiz da 2ª vara criminal de Dourados, aceitou a denúncia de improbidade administrativa contra o prefeito Ari Artuzi, o presidente da Câmara Sidlei Alves e ainda os vereadores Humberto Teixeira Junior e Edvaldo Moreira.
Anteriormente, o promotor de justiça Paulo Cesar Zeni apresentou uma ação civil pública contra os envolvidos devido a contratação de Guilhermo Garcia Filho, que seria agente penitenciário e acumulava a função com um cargo de assessor parlamentar no gabinete do Teixeira.
Filho ainda assinaria como diretor do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), mas não teria sido nomeado pelo prefeito. O ministério Público pediu, então, que quebrasse o sigilo para saber se ele também recebia pela função.
O agente, no entanto, no inicio das investigações foi exonerado da Câmara, mas o MP deixou claro que a acumulação de funções já era ilegal. Ele teria recebido em torno de R$ 3,5 mil ilegalmente. O caso foi levado ao Conselho de Ética da casa. Em última conversa com o jornal Notícia da Hora, o advogado do legislativo, Ailton Stropa, e ainda o vereador Zezinho da Farmácia afirmaram que nada poderiam fazer antes do julgamento. “Aguardaremos a decisão da justiça e depois a Câmara irá se manifestar”, disse Stropa.
Fora a ação do MP, Sidlei e Teixeira ainda são investigados pela Polícia Federal devido a Operação Owari.
Anteriormente, o promotor de justiça Paulo Cesar Zeni apresentou uma ação civil pública contra os envolvidos devido a contratação de Guilhermo Garcia Filho, que seria agente penitenciário e acumulava a função com um cargo de assessor parlamentar no gabinete do Teixeira.
Filho ainda assinaria como diretor do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), mas não teria sido nomeado pelo prefeito. O ministério Público pediu, então, que quebrasse o sigilo para saber se ele também recebia pela função.
O agente, no entanto, no inicio das investigações foi exonerado da Câmara, mas o MP deixou claro que a acumulação de funções já era ilegal. Ele teria recebido em torno de R$ 3,5 mil ilegalmente. O caso foi levado ao Conselho de Ética da casa. Em última conversa com o jornal Notícia da Hora, o advogado do legislativo, Ailton Stropa, e ainda o vereador Zezinho da Farmácia afirmaram que nada poderiam fazer antes do julgamento. “Aguardaremos a decisão da justiça e depois a Câmara irá se manifestar”, disse Stropa.
Fora a ação do MP, Sidlei e Teixeira ainda são investigados pela Polícia Federal devido a Operação Owari.
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