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08/10/2018 13h14

Puccinelli foi preso por ter ocultado provas, diz STJ

Dourados News


Para a ministra do STJ (Supremo Tribunal de Justiça), Laurita Vaz, que negou o pedido de liberdade ao ex-governador André Puccinelli (MDB) na semana passada, evidências apresentadas na 5ª fase da Operação Lama Asfáltica demonstram que ele continuou cometendo crimes e ocultou provas.

“Como se vê, as instâncias ordinárias entenderam que a custódia cautelar do Paciente é necessária para a garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal, tendo em vista que mesmo no cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão persistiu na prática criminosa e ocultou provas, de modo a demonstrar necessidade da segregação para acautelar o meio social e interromper a atividade ilícita, bem como para assegurar a instrução criminal e a aplicação da lei penal”, defende a magistrada, segundo o Campo Grande News.

Para ela, não há como “reconhecer que os indícios de materialidade e autoria do crime são insuficientes para justificar a custódia cautelar”.

Puccinelli está preso desde 20 de julho no Centro de Triagem Anísio Lima, no Complexo Penal de Campo Grande, como consequência das investigações da Operação Papiros de Lama, a 5ª etapa da Lama Asfáltica.

O ex-governador está com o filho na cela 17 do Centro de Triagem, ao lado de Edson Giroto e João Alberto Krampe Amorim dos Santos. Entre as consequências da prisão está sua saída da disputa eleitoral deste ano –ele concorreria ao governo estadual pelo MDB.





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