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07/12/2017 10h17 - Atualizado em 07/12/2017 11h27

Campeão em 1970, Tostão vê Brasil entre os favoritos para a Copa do Mundo

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Tostão foi campeão do mundo em 1970 (Foto: Mabel Feres/Estadão Conteúdo)

Campeão do mundo em 1970, o ex-jogador Tostão é uma das maiores referência em relação ao futebol no Brasil. Nesta terça-feira, ele participou do programa 90 Minutos com Datena, na Rádio Bandeirantes, para falar sobre o tema.

 

Na conversa, que também teve participação do Craque Neto, Tostão apontou seu favoritos para a Copa do Mundo, analisou o trabalho de Tite e apontou os maiores desafios que o Brasil vai encontrar na Rússia.

 

Favoritismo do Brasil

 

“Acho que sim. Eu tenho visto as outras seleções jogarem e eu acho que está no mesmo nível da Alemanha, da França e da Espanha. Aí um pouco abaixo vem a Bélgica, Portugal, Argentina, que tem potencial para crescer, Inglaterra. E fica por aí. O Brasil está com um bom time, houve um crescimento individual dos jogadores, quase todos estão bem na Europa. Coletivamente, o Brasil cresceu com Tite. Hoje tem um time formado, pronto. Agora, não pode ficar com oba-oba, achar que os jogadores brasileiros são os melhores, são o máximo. O Brasil está no nível das outras, pode ganhar ou perder. Em Copa do Mundo, você pode ser desclassificado em um detalhe. Será difícil para o Brasil, sem dúvida nenhuma. O Neymar é um jogador que a gente precisa muito dele, é um supercraque. Se ele jogar bem, aumentam as chances do Brasil, sem dúvida nenhuma”.

 

Alternativas na Copa

 

“O Neymar vai ter uma marcação muito dura na Copa. Essa é uma preocupação que eu tenho: o Neymar ser anulado e a coisa não funcionar. Isso é possível, ficou claro no jogo do PSG contra o Bayern. Outra coisa que eu tenho percepção é que nós jogamos muito bem contra sul-americanos. No único jogo contra time europeu, a Inglaterra, com time quase todo reserva, jogou na defesa e o jogo terminou 0 a 0. O Brasil tem que criar algumas opções diferentes. Será que não é melhor tirar o Renato Augusto e colocar o Coutinho com o Willian? É uma opção importante. A entrada do Paulinho vindo de trás também é outra opção importante. Se você der uma função defensiva para o Paulinho, ele perde essa qualidade de chegar na frente. São opções que o Tite vai ter quando enfrentar times mais fortes. Hoje, mesmo as seleções mais fracas aprenderam a se organizar defensivamente”.

 

Tite

 

“Eu gosto do Tite, acho ele preparado não só na parte técnica, tática, de conhecimento, mas também na parte de comando. Ele é obsessivo com detalhes. A comissão técnica funciona bem. Agora, essa ressalva não é do Tite, é da seleção brasileira, se o Brasil vai jogar tão bem contra as seleções mais forte como jogou com as sul-americanas. Outro detalhe importante é que o time do Brasil é formado por jogadores que jogam na Europa. Esses jogadores estão acostumado ao futebol que se joga nos grandes times da Europa. Uma das grandes vantagens do Tite em relação ao Dunga foi essa, eu inclusive ouvi isso do Daniel Alves. Quando ele chegava no Brasil com o Dunga, ele ouvia conceitos, estratégias e opiniões diferentes daquilo que estava acostumado nos seus times na Europa. Quando chegou o Tite, parecia que era o técnico deles na Europa. Isso mostra a capacidade do Tite e a importância de que os jogadores estão acostumados ao que há de melhor no futebol mundial”.

 

Favoritos na Liga dos Campeões

 

“Na minha opinião, Real Madrid, Barcelona, Manchester City, PSG e Bayern. Acho esses os mais fortes. Fora desses, ficarei surpreso se outro ganhar”.

 


                    


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