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18/05/2017 07h42 - Atualizado em 18/05/2017 15h37

Caarapó realiza 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres

CaarapoNews/José Carlos


Um dos momentos das atividades realizadas na conferência. Fotos: José Carlos/Divulgação

Com o tema “Saúde das Mulheres: Desafios para a integridade com equidade”, a prefeitura de Caarapó, através da Secretaria de Saúde, por meio do Conselho Municipal de Saúde realizou na tarde desta terça-feira (16), 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres.

 

O evento aconteceu no salão do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) e contou com a presença do secretário de Saúde, Valberto Ferreira Costa, que no ato representou o prefeito Mário Valério, do presidente da Câmara de Vereadores, André Luiz Nezzi, dos vereadores Edson Baratella Montanhere, o professor Pontinha, Marinalva de Souza Farias da Costa, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Luiz Alfredo Schaedler, a coordenadora Municipal de Atenção Básica e coordenadora da 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres, a enfermeira Valéria Barros de Oliveira, além da palestrante Michelly Angelina Lazzari da Silva, do comandante do 2° Pelotão de Polícia Militar,  o tenente Alan Regis, o sargento Morinigo, que no ano representou o comandante do Corpo de Bombeiros de Caarapó, o major Humberto José Sepa de Matos Filho, secretários municipais e outras autoridades.

 

Em sua fala o secretário de Saúde, Valberto Ferreira Costa, disse que o evento era um momento oportuno para se fazer uma reflexão sobre a saúde da mulher no município, e ao mesmo tempo uma oportunidade de se obter uma melhor qualificação no que se refere a saúde. “Acredito que ao fim dessa conferência sairemos  daqui com novos conhecimentos e ideias novas que possam posteriormente serem apresentadas na conferência estadual e quem sabe numa eventual federal”, observou.

 

O presidente da Câmara de Vereadores, André Nezzi, disse que a conferência é de extrema importância para o município, pois a mesma trata de algo essencial na vida do ser humano que é saúde. “Só nos resta parabenizar aos organizadores e ao mesmo tempo esperar que dessa conferência saia grandes ideias, para que os Poderes Legislativo e Executivo juntos possam se esforçar e tentar implantar algumas delas no município, com o intuito de se oferecer cada dia uma saúde de qualidade”, salientou.  

 

Além das falas das autoridades, o evento contou com apresentação de um vídeo e a Leitura e Aprovação do Regimento Interno, com o enfermeiro Vinicius Farias e Andrade.

 

Na sequência a palestrante Michelly Angelina Lazzari da Silva deu início as demais atividades do evento.

 

Conferência

De acordo com informações do cerimonial, a 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres é um espaço político de debate de ideias, de enraizamento de valores e práticas para o desenvolvimento da capacidade de formulação que propicie o crescimento da força das mulheres para se livrarem do jugo patriarcal, do machismo, do sexismo e da misoginia e que contribua para o avanço do controle social no SUS, para a garantia da atenção integral à saúde das mulheres, sem qualquer forma de preconceito e discriminação.

 

As mulheres no Brasil representam hoje 51,4% da população, isto é, são 103,5 milhões e destas 37,3% são responsáveis pelo sustento das famílias, vivem mais do que os homens, porém adoecem com mais frequência, segundo dados do IBGE/2011, que revelam a crescente participação das mulheres nos indicadores da economia e no sustento de famílias. No entanto, mais que isso, a inserção delas no mundo do trabalho é importante para seu crescimento pessoal, emocional, intelectual, social, político e cidadão. Mas, neste campo, os desafios são estratosféricos, pois o trabalho é fortemente organizado a partir da divisão sexual do trabalho, dada pela construção sociocultural do que é ser homem e do que é ser mulher, que estrutura e hierarquiza o mundo do trabalho, com atividades para mulheres e outras para homens, como se fosse um processo “naturalizado”3 que, certamente, não subsistirá ao crescimento da organização e da luta das mulheres.

 

Como resultado, espera-se ampliar a representação dos sujeitos participantes; melhorar a organização e o formato das etapas deliberativas; reduzir e qualificar o número de deliberações; e, estrategicamente, aprovar prioridades, dentre as diretrizes e ações, pela garantia de recursos constitucionais e das metas traçadas no Plano Nacional de Saúde e Plano Plurianual do período 2016-2019. O CNS almeja que a mobilização e construção, a começar pela realidade local nas etapas da conferência, revele crescimento da participação social do campo da saúde no Brasil para barrar o retrocesso e garantir o SUS 100% público e universal, patrimônio do povo brasileiro. É preciso reunir todas as forças para impedir a desconstitucionalização do SUS! Nenhum Direito a Menos!





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