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20/04/2017 10h09

Eduardo Bottura condena Cleinaldo Simões por falso testemunho e denunciação caluniosa

Assessoria Eduardo Bottura


 O assessor de imprensa Cleinaldo Simões, proprietário da Cleinaldo Simões Assessoria de Comunicações, foi condenado por falso testemunho e denunciação caluniosa.

A ação foi ajuizada em 2015 e foram necessários quase dois anos, com quebras de sigilos junto ao Banco Central e Receita Federal, com a expedição de cartas precatórias para várias comarcas, para se encontrar Cleinaldo Simões.

Segundo o Juiz Marco Antonio Botto Muscari, da 4ª. Vara Cível do Foro Regional de Jabaquara, em São Paulo, Cleinaldo Simões praticou falso testemunho em depoimento perante a polícia.

Segundo a sentença do Juiz Marco Antonio Botto Muscari, Cleinaldo Simões praticou falso testemunho e concorreu para denunciação caluniosa:

“Indaguei de Cleinaldo se tinha como provar serem verazes as condutas que atribuiu ao autor (item 2 de fls. 2.150) e ele curiosamente afirmou que estaríamos exorbitando “a esfera de competência deste D. Juízo Cível” (item 2 defls. 2.980).

Ora, ora.

O Juízo Criminal já definiu que não há responsabilidade de Luiz Eduardo a apurar naquela seara. Desse modo, para julgamento desta ação civil de reparação de danos morais, seria relevantíssimo aferir se Cleinaldo fez acusações falsas contra o engenheiro. Daí a indagação feita por mim no item 2 de fls. 2.150.

Quem lê atentamente o depoimento referido acima, prestado a Autoridade Policial, conclui que o jornalista atribuiu condutas graves, criminosas até, ao autor deste feito. Se o acusado nem sequer foi processado na esfera criminal(inquérito arquivado, repita-se) e Cleinaldo não se mostra disposto a provar a veracidade do que afirmou em seu depoimento, resta apenas concluir que houve mesmo dano moral indenizável. Sim, pois qualquer pessoa de bem a quem se atribua injustamente o cometimento de ameaça sofre arranhão em seu patrimônio ideal.” (processo n. 1050655-31.2015.8.26.0002)

Segundo Eduardo Bottura, a próxima etapa, depois de uma sentença reconhecendo a fraude, é a responsabilização criminal e ética dos envolvidos.

Matéria publicada de responsabilidade de Eduardo Bottura, conforme acordo judicial



                    


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