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20/04/2017 09h29 - Atualizado em 20/04/2017 14h30

Câmara de Caarapó aprova Moção de Repúdio à CCR/MS Via



Presidente da Casa, André Nezzi (PDT), foi o propositor da Moção

 A Câmara Municipal de Caarapó aprovou por unanimidade, em única discussão, Moção de Repúdio endereçada a empresa CCR/MS Via, por conta da paralisação da duplicação da rodovia BR-163, que também corta a cidade de Caarapó, tendo inclusive praça de pedágio no município.
 

De acordo com o propositor da moção, o presidente da casa André Nezzi (PDT), com essa decisão a empresa está descumprindo as obrigações previstas no edital e no contrato assumido por ela.

“O contrato assinado por eles prevê o término total da duplicação em 5 anos. Agora simplesmente paralisam as obras como forma de pressionar a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) a prolongar esse prazo, para 10 ou 15 anos, e mesmo assim para duplicar somente metade da rodovia, ou seja, algo em torno de 400 km, quando no contrato diz que a empresa tem 5 anos para duplicar os 806 km da rodovia que corta Mato Grosso do Sul”, argumentou o Nezzi.”
 

Na ocasião o presidente do Legislativo caarapoense também cobrou posicionamento da bancada federal do Estado sobre o assunto. “Vamos solicitar apoio de todos os deputados federais e senadores do nosso estado para que intervenham a fim de não permitir que isso ocorra – paralisação da duplicação. Se não surtir efeito vamos exigir o fim da cobrança do pedágio ou a rescisão do contrato, que prevê multa a empresa e que uma nova licitação seja feita. A desculpa de que o negócio não está sendo rentável não cola, visto que a empresa fechou, conforme divulgado na imprensa, o ano de 2016 com lucro de R$ 57 milhões.”, concluiu André Nezzi.
 

O vereador Cido Santos (PSDB) também alegou em suas considerações que essa duplicação já começou errada lá atrás, “quando a cobrança do pedágio se iniciou com apenas 10% das obras concluídas”, argumentou.
 

Os vereadores Edson Baratella, o “Pontinha” (PT), e Manoel Batista de Souza, o Manézinho (DEM), também fizeram uso da palavra e parabenizaram a inciativa do presidente da casa e criticaram a paralisação das obras de duplicação da BR-163.
 

A CCR MS Via culpa fatores como menor demanda de veículos do que a projeção inicial, atraso de um ano na liberação de licenças ambientais para obras de duplicação, encargos não previstos no financiamento com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e crise econômica. Até aqui foram duplicados 138 quilômetros da via.



                    


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